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By Ferramentas Blog
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sábado, 23 de outubro de 2010

Estatísticas sobre as mulheres que abortam:


Fonte: site norte-americano The Unchoice.

64% dos abortos realizados envolvem algum tipo de coerção de outras pessoas à mulher que aborta;
  • 84% das mulheres que realizaram aborto não estavam plenamente informadas;
  • 52% das mulheres que abortaram o filho disseram sentir-se apressadas em fazê-lo e 54% se sentiram inseguras, mas ainda assim…
  • 67% não receberam aconselhamento;
  • 79% não foram informadas sobre alternativas ao aborto;
  • Coerção pode degenerar em violência;
  • Homicídio é a principal causa de morte de mulheres grávidas;
  • Risco de morte para as mulheres é 62% maior após realizar aborto;
  • 31% das mulheres sofrem complicações de saúde após praticarem aborto (nota: estamos falando dos Estados Unidos, onde o aborto é legalizado e realizado em clínicas onde há “segurança”);
  • 65% sofrem sintomas de estresse pós-traumático;
  • 60% das mulheres que praticaram aborto afirmaram depois: “parte de mim morreu”;
  • Adolescentes são seis vezes mais propensas a cometer suicídio, em um período de seis meses após a prática de um aborto;
  • O risco de depressão clínica é 65% maior após um aborto;
  • Taxas de suicídio são 6 vezes maiores entre mulheres que praticaram aborto.

A liberação do aborto e os turistas


Fonte:BLOG - PÉ NA ESTRADA
Qui, 29 de Julho de 2010 04:05


Aqui no Japão, é comum ouvir histórias de pessoas que viajam para a Coréia do Sul para se submeter a uma cirurgia plástica, porque, além de ser um país próximo, o preço de lá é bem mais em conta.

Também é comum ouvir que pessoas de outros países industrializados recorrem aos hospitais japoneses para finalizar uma gravidez indesejada, porque o aborto no Japão é legalizado.

Hoje, somando os casos de japoneses e estrangeiros, o número fica em torno de 250 mil por ano, segundo a imprensa local. Comenta-se até que é uma das fontes de renda das instituições médicas do país.

Mas, certa vez, um casal estrangeiro pediu ajuda na tradução e, assim, fomos para o hospital, onde foram feitos os exames para confirmar a gravidez.

Com os resultados na mão, o médico perguntou ao casal se eles iriam ter o filho. O marido, mesmo indeciso, respondeu gaguejando que não, porque a condição deles não permitia.

Então o médico tirou um papel da gaveta com instruções e pediu que eles retornassem dias depois, trazendo tudo que estava na lista.

Ansioso, o casal perguntou se não dava para abortar naquele mesmo dia e o médico respondeu que não.

Na data marcada, eles não apareceram. Ligaram dez minutos depois para me avisar que tinham mudado de ideia e que já estavam viajando de volta.

Assim, entrei no hospital e avisei o médico, que simplesmente sorriu e me disse:

- "Que bom!"